dornaveia
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Sábado, Julho 04, 2009:
prazeres. prazeres.tanto. gozo. branco. ponto. dormência. vazio. demência. lábios. língua. laços. nós. um polvo. de novo. pau. latência. exclamação. tato. sede. saliva. lambida. querida. me siga. me leve. mel. reviraosolhos. morde. engole. bole. vivo. vulva. viva. vida. segura. empurra. afrouxa. coxa. rítmo. respiração. tão. não para. euqueroeuqueroeuquero.comoébomcomoébomcomoébom. bunda. afunda. carne. dentro. carne. fora. agora. carne. agora. AGORA!!!!!! reticências.
Esse blog há tempos anda sem um mínimo de eroticidade. Então taí.
Johnny Schettino// 11:17
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Terça-feira, Junho 30, 2009:
Comprei ingresso hoje pro show do Caetano na sexta-feira. Espero que seja ótimo como o último. E que ele não caia do palco, como eu vi no youtube...
Johnny Schettino// 19:15
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Quinta-feira, Junho 25, 2009:
E, entre tantas aberrações e freak show, ele conseguiu se superar e deixou o mundo boquiaberto com sua inesperada morte. Agora sim, mais do que todas essas esquisitices, o talento há muito apagado deverá queimar feito lava. E deixar a marca nesses anos que virão...
Johnny Schettino// 21:47
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Sábado, Junho 20, 2009:
Às vezes me vem uma ligeira depressão pelo fato de eu estar acima de meu peso ideal. Dissabor afastado rapidamente por um milk shake de chocolate.
Johnny Schettino// 15:28
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Quinta-feira, Junho 18, 2009:
Até evito falar em política porque ando muito descrente. Não acredito em PT, em PSBD, em Lula e em Papai Noel. Mas vez em quando a bílis me sobe à garganta em raiva muda. Nós somos um povo idiota. Nós que lemos jornais: idiotas. Nós quem nem jornais lemos: mais idiotas. Cansado dessa gente que confunde "público" com " de ninguém", quando "público" é de todos. E se não é de ninguém, por que não posso me dar bem? Mas aí deixa falar o Clóvis Rossi que ele escreve (na Folha de S. Paulo com mais propriedade o que eu queria dizer. Propriedade de quem é jornalista há um bom tempo. E que segue mais descrente do que eu.
Lula culpa o espelho
SÃO PAULO - Alguma surpresa com a defesa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez do senador José Sarney? Quem pediu desculpas pelos "erros" cometidos pelo seu partido (na verdade, crimes), mas depois passou a mão na cabeça dos "errados", quem se aliou a Fernando Collor de Mello, único presidente punido por falta de decoro, não poderia deixar de solidarizar-se com Sarney.
O que surpreende é a escandalosa indigência dos argumentos usados por Lula. Primeiro argumento: "Ele tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum". Que besteira é essa, Deus do céu?
É a versão Lula do "sabe com quem está falando?". Com história ou sem história, todo cidadão tem de ser tratado da mesma maneira. E os que têm história devem comportar-se ainda melhor do que os que não têm. Afinal, para usar um lugar-comum tão ao gosto de Lula, "o exemplo vem de cima".
Segundo argumento: um suposto interesse em "enfraquecer o Poder Legislativo". Outra bobagem sem tamanho. O que enfraquece o Poder Legislativo não são as denúncias, mas os fatos que dão origem às denúncias. Sem eles não haveria denúncias.
O Poder Legislativo, como os demais, só se fortalece se corrige os desmandos e abusos denunciados.
Omissão é que o enfraquece.
Lula, no fundo, revisita a teoria debiloide e safada da conspiração que não houve contra ele.
Houve apenas uma conspiração dos fatos. Tanto que ele foi obrigado a pedir desculpas. Tanto que o procurador-geral da República denunciou toda a cúpula do PT como "quadrilha".
É, enfim, a velha tentação de toda pessoa investida de poder de culpar o espelho pela imagem que ele mostra. A favor de Lula diga-se que ele ao menos pediu desculpas, coisa que Sarney nem remotamente passou perto de fazer.
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E já que ando com preguiça de escrever, deixo também pro jornalista e crítico de cinema do Estadão Luiz Zanin a tarefa de dizer o que eu acho do diploma pra ser jornalista.
Johnny Schettino// 17:06
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Quarta-feira, Junho 17, 2009:
Promessa: se eu ganhar na megasena hoje eu não como doces nem bebo refrigerantes até o fim do ano.Juro.
Johnny Schettino// 13:33
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Quarta-feira, Junho 10, 2009:
É, aproxima-se o grande momento. Não, não são minhas férias, que seráo só em agosto. Mas o celestial momento em que farei o meu próprio dry martini. Claro, pode ficar uma bosta. Mas tenho bons ingredientes e disposição para atingir a perfeição. Hoje chegou a garrafa do Beefeater Dry Gin. Uma amiga trouxe pra mim do dutyfree. 18 dólares. Aqui? Quase 100 reais. Agora faltam a garrafa de vermute francês (também quase 100 paus), os copos próprios para o coquetel e, claro, as azeitonas. O negócio vai ficar bom!!!
Johnny Schettino// 19:38
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Ah, sinto sono e raiva. Sono por não ter dormido bem: pernilongos, suores e cerveja não me deixaram em paz. Raiva por ser tão imutável, pensar sempre nos mesmos assuntos, a saber: viagens que já fiz e as que quero fazer, falta de dinheiro, mulheres e meu desejo escorpionino, a melancolia e a falta de um melhor porvir. Além de música, literatura e cinema. Mais reclamações, enfim. Então sempre me lembro de um pedaço de um antigo poema meu (devia ter uns 18 anos?):
Se sempre escrevo as mesmas coisas
sob formas diferentes
é que algo está errado
e não me sinto contente.
Não mais espero o amanhã,
vou tomar um porre agora
Não mais espero ninguém,
abraço a dor, a chuva, a aurora.
Melancólico e repetitivo: sou eu sou eu sou eu sou eu sou eu sou eu
Johnny Schettino// 16:18
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Quinta-feira, Junho 04, 2009:
Respondendo ao comentário do Safo no post abaixo: realmente se você não gostou do Cê, dificilmente gostará do zii e zie. Porque a "cama sonora" é a mesma. Há o momento mais balada pop (no disco anterior era Não me arrependo), nesse é Sem Cais :
Mas o "diferencial" é a tentativa de se realizar sambas com guitarra-bateria-baixo. "Transambas", como vem na capa do cd. E acho que em Ingenuidade o Caê conseguiu. Nem tanto em Incompatibilidade de gênios, samba antigo e sensacional do João Bosco/ Aldir Blanc. Mas minha preferida por enquanto é A cor amarela. Com suas ondas e bundas. O Caetano voltou. Desde do Circuladô que ele não me empolgava. Já agora...
Johnny Schettino// 21:02
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Quarta-feira, Junho 03, 2009:
Pois bem: pra quem não pergunta o que ando escutando, respondo mesmo assim: o Préliminaires, novo do Iggy Pop. Genial. Ele canta (e fala) canções francesas, blues, lembra Tom Waits, lembra Leonard Cohen recente e, claro, lembra Iggy Pop mesmo.Canta Tom Jobim(!!!), em How insensative. Insano (de bom)! Esse eu baixei, como também gravei o Sweet Jardim, da Tiê. Tirando algumas musicas chatinhas, o resultado é muito bom. E comprei o novo do Caetano Veloso, o Zii e zie. Ainda escutando, mas acho que preferi o primeiro com essa banda roqueira, o Cê. Mas em pocuo tempo talvez eu mude de ideia e ache uma obra-prima. Então é isso.
Johnny Schettino// 14:42
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Sexta-feira, Maio 29, 2009:
Blitz: depois de algumas cervejas e tendo esquecido a carteira com todos os documentos em casa, não pode ser boa coisa. Mas na hora, nem pensei, apenas passei reto com a cara de pau que às vezes tenho. Passei em casa, peguei os documentos necessários para a condução do veículo e o cartão para a conta da boate. Onde bebi vodka e dancei. E dancei e bebi vodka. E cá estou. Ouvindo "Será que vou virar bolor?", do disco Lóki? , do Arnaldo Baptista. 1974.Um disco limítrofe, diga-se. Nas beiras da loucura. Com o bom humor desesperado. Sensível como uma dor-de-dente. Não à toa pouco após o disco ele foi internado numa clínica psiquiátrica. Excessos. LSD. Anos 60,70. Um disco irônico e verdadeiro como poucos. Com a beleza estranha de um disco voador. E tocante. Por que é dor na veia. Por que tenta-se rir. Por que é a busca de alguém perdido. Que se mostra, mas não se acha. Então, eis a obra-prima:
Johnny Schettino// 08:43
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Terça-feira, Maio 26, 2009:
Sonho esquisito: o Galo goleia, 5 a 0. Depois (do nada) era show, Lobão, Radiohead, um zoológico e eu saio no meio sem saber porquê. Mas antes disso tinha um sonho em que meus primos queriam me matar ou algo assim. Vários sonhos esquisitos. Mas tenho sonhado mesmo é acordado. Sonhos consumistas. Mas minha perspectiva não é funda, é rasa. Tirando a loteria, penso em concursos. Estudaria para o Itamaraty se houvesse italiano como opção de terceira língua. Gosto de meu emprego, mas meu salário... Vai trabalhar em jornalismo, vai! Concurso é a saída. Mas e a preguiça de estudar? E o tempo pra estudar? Quando eu trabalhava em dois empregos eu reclamava de falta de tempo. Hoje tenho tempo relativamente livre. Livre até demais. Não dá pra ir ao cinema, já que trabalho de 16 às 22h. Mas eu faço exercícios todos os dias? Não: caminho terça e quinta por 40 minutos, insuficiente. Nem ler direito leio: jogos de computador empobrecem minha vida cada vez mais. Só leio um pouco de jornal e algumas folhas de um livro antes de dormir. Abro um parênteses para escrever que achei o máximo o livro "Seda", que li na versão original em italiano do Alessandro Barrico; e que adorei ver "Monstros vs. alienígenas" em 3 D com a família: diversão sem igual. Fecha parênteses: antes eu saía muito durante a semana, mesmo sem muito dinheiro. Hoje até ganho mais, mas o $ não sobra. E não saio. Só sexta e sábado. Um cara caseiro e cansado. Mas não derrotado, porque ainda é cedo. Pensando em fotos, mulheres e fotografias. Pensando em me perder. Pensando em sonhos, durmo cansado. A vida não é um mar de rosas e devemos agradecer sempre o que temos. Mas que seria bom trabalhar viajando por aí e ganhando bem, ah, isso seria...
Johnny Schettino// 21:13
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Quinta-feira, Maio 21, 2009:
O disco é belo como uma manhã fria ao despontar do sol. De se emocionar. Tamanha técnica a serviço da música. Ninguém quer mostrar virtuosismo. Parece que querem deixar a música fluir, voar. Réstia de luz de sol, vento na cara. Assim é "Miramari", disco do pianista brasileiro André Mehmari e do clarinetista italiano Gabrielle Mirabassi. O músico italiano já havia feito uma obra-prima junto com o Guinga, no "Graffiando Vento". Faz outra. Disponível nos melhores sites piratas para se downloadear.
Essa faixa ainda tem bateria e baixo. Mas a maioria é só com os dois.
Johnny Schettino// 23:36
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Quarta-feira, Maio 20, 2009:
Férias sem fim. Praia. Exterior. Compras: novas roupas, novos tênis, aparelho de som, home-theater, televisãozona. Um baixo acústico e uma bateria. Um violão novo. Um computador novo. Com potente placa de áudio pra fazer gravações caseiras. Livros e mais livros. DVDs e mais DVDs. Um carro novo. Reforma do apartamento. Morar em casa. Casas grande, com quintal e 3 cachorros. Comprar um sítio. Cavalos e ovelhas. Pitangueiras, amoreiras. Aulas de tênis, 2 vezes por semana. Futebol, qualquer pelada tô dentro. Curso de fotografia. Outros tantos. Tudo isso num bilhete de megasena. Sonhar é bom...
Johnny Schettino// 16:30
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Sexta-feira, Maio 15, 2009:
Bem, o post abaixo foi escrito ouvindo e inspirado nessa melancólica e divina música do Baden Powell, o Apêlo. Uma das minhas preferidas desde sempre... E para sempre! Então, caro leitor, eu sugeriria ler o post abaixo escutando essa música. Pois, se não gostar do escrito, vai ser difícil não gostar da música...
Johnny Schettino// 12:03
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...então deixa eu falar sobre o nada, porque o nada é uma forma de solidão. E a solidão é um modo da gente conversar com a gente mesmo. E conversar consigo é como de repente ouvir um lamento no violão, no caso o "Apêlo", do Baden e do Vinícius. E inventamos paixões e queremos sexo, viagens e loucuras. Queremos também ganhar dinheiro e só sonhar. Queremos ir pro céu (de preferência sem morrer). Desprezamos os políticos e incentivamos o tráfico e a pirataria. Então deixa eu falar que ninguém vai falar e, muito menos, sofrer por mim. Um porre por vezes é uma forma de oração. O Cazuza não berrava que "a igreja é o banheiro de todos os bêbados"? Tem tanto sofrimento por aí, dores que nem imaginamos, misérias desse mundo mau. Cada qual com suas dores, seus fardos, seus sonhos. O que é destino e o que o acaso? Onde os dois se cruzam? No toque mais agudo do trompete de Miles Davis? E as guerras, maremotos, terremotos, o fim de tudo? Mas tem o carnaval, o sorriso, o amor bem feito sem pressa. Os aromas e sabores. O mistério. As lembranças, sempre amplificando o que foi bom. O agora, a vida. Mas falar da vida é falar sobre tudo, então me contradigo: não estava falando sobre o nada? Luz e sombra, papo antigo e besta. Prefiro o Melodia: "Aquela madrugada deu em nada deu em muito deu em só". Ou em sol. Cantando manhã afora. Vivendo a poesia. Beijo e espinho. Um bom samba também "é uma forma de oração". Pois há diversos modos de se conversar com Deus. De se explicar, de pedir, de reclamar, de agradecer. Há anjos não só sobre Berlim, mas em todos lugares. Como há espíritos de porco. Quem pensa que dando dinheiro aqui garante algo lá em cima... quem pensa que a sua verdade é a única... mas aí vira diálogo. E quero o monólogo. Quero ouvir o que o som alto não me deixa. Quero escapar da voz da Madeleine Peyroux, mas ela canta Bob Dylan tão divinamente... então fico com a noite. Com a solidão dos bêbados sem lar e com ninguém pra lhes ajudar. Deficientes de alma: tudo é falta. E eu queria falar sobre o nada, vislumbrei os abismos da melancolia. E mergulhado na fumaça de um cigarro imaginário,voo raso, quase caindo.
Johnny Schettino// 00:36
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Domingo, Maio 10, 2009:
E a ressaca agora é apenas uma sombra sob a noite vaga de lembranças . Eu, bêbado. Eu, eufórico. Eu e a inútil madrugada. Perdido em névoas e amores voláteis que não se consumam. Vida volátil como o álcool. E inflamável. Tudo pode explodir. Agora.
Johnny Schettino// 19:17
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Sábado, Maio 09, 2009:
Gôsto de decepção. Esse foi meu jantar no Piú Pizza e Birra hoje à noite. A decoração, há muito, já havia sido mudada pra pior, quebrando o ar "meio informal" pro ar "meio chique", com espelhos e televisão com DVDs. Mas o sabor até então não havia sido atingido. Não sei se houve mudança de proprietário, se a crise explica, mas o fato é que tanto a entrada (uma bruschetta fria) quanto a pizza estavam uma bosta. E o secundário também me irritou: como professor (e eterno estudante) de italiano, um erro crasso de se misturar espanhol e italiano num lugar pretensamente sofisticado... "Pizze dulce". Concordância errada bilíngue. Ou "pizza dulce" (em espanhol) ou "pizze dolci" em italiano. Salvou o vinho siciliano, apesar do preço de 45 reais (que deve ter custado pra eles uns 20, se tanto- mas já falei disso por aqui). Então não me admira o bairro de Lourdes todo incandescente e a pizzaria não estar lotada. Pena que fui saber disso já tarde...
Johnny Schettino// 00:31
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Quinta-feira, Maio 07, 2009:
Comunico por meio deste post que hoje, dia 7 de maio de 2009, foi encontrado um fio de cabelo branco na cabeleira despenteada deste que vos escreve. Aos 36 anos e quase seis meses de idade. Este foi solenemente cortado. Confesso que não fiquei feliz com esse cabelinho. Logo outros virão. É a vida. E, logo depois, a morte...
Johnny Schettino// 15:29
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Segunda-feira, Maio 04, 2009:
Porque eu sou cabeçudo e quando encasqueto com uma coisa... No caso, quero fazer dry martinis. Para consumo próprio. Sabe "à procura da batida perfeita"? Aliás, o dry martini não pode ser batido. Tem de ser mexido. Tô por dentro. Já comprei o copo pra misturar e a colher longa, chamada "bailarina". Falta o gin e o vermute. E os copos de coquetel, claro. Ando olhando gins por BH e não tem sido nada animador. Não encontro os gins ingleses que tanto anseio. Nem o Vermute francês. Por enquanto então, fico na azeitona com palitinho...
Johnny Schettino// 16:29
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